quarta-feira, 19 de maio de 2010

156 INFORMA SOBRE O RECADASTRAMENTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

Desde ontem o Serviço Especial de Atendimento ao Cidadão, através do 156, tem facilitado o acesso do cidadão às informações sobre o cadastramento de famílias de baixa renda, que percebem até R$140,00 por pessoa, e que nunca foram cadastradas no programa Bolsa Família, do governo federal, orientando sobre os locais, horários e documentos exigidos.

De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30, o 156 presta também, além dessas orientações, informações sobre os serviços municipais em geral; registra as solicitações sobre esses serviços e reencaminha as ligações para o Atendimento da Ouvidoria Geral do Município, quando o cidadão quer registrar reclamações, sugestões, elogios e denúncias relativos aos serviços prestados pela Prefeitura.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Michel Temer confirma votação da PEC 300


Presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer confirma votação da PEC 300 para o próximo dia 18

O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), reafirmou durante o Programa Fatos e Opiniões desta quinta-feira (6), que entre os dias 18 e19 vai levar a PEC 300 para votação em Plenário.

-A próxima semana é o prazo para que haja a tentativa de um acordo. Eu levarei ao Plenário de qualquer maneira. Se houver um acordo muito bem, melhor que vá acordado para o Plenário. Agora, não vou deixar isso no colo da presidência da Câmara, vou levar ao Plenário daqui a duas semanas, confirmou Temer.

O deputado federal Major Fábio (DEM-PB) está confiante na palavra do presidente e já iniciou a mobilização dos Policiais e Bombeiros para participarem da votação no próximo dia 18. “Chegou a hora, o grande dia. Quero convocar os nossos guerreiros da segurança a estarem em Brasília, na semana do dia 18, como confirmou o presidente da Câmara. Estaremos juntos para continuar a pressão em prol da PEC 300”, disse Fábio.

Além do deputado federal paraibano Major Fábio, os parlamentares Capitão Assumção (PSB-ES) e Paes de Lira (PTC-SP) também estão convocando os PMs e BMs para participarem da votação da PEC 300 na Câmara Federal.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

PREFEITURA REQUER INTERVENÇÃO EM OBRA DA EMPRESA GRÁFICA DA BAHIA

A pedido do prefeito João Henrique, a Ouvidoria Geral do Município requer hoje, através de ofício encaminhado à Superintendência de Ordenamento do Uso do Solo –Sucom, a intervenção imediata das obras em curso, executadas a cerca de seis meses pela Empresa Gráfica da Bahia, do governo do Estado, no campo de futebol/quadra esportiva, localizados na Pç Catulo da Paixão, no bairro da Fazenda Grande do Retiro.
Informa o ouvidor-geral, Valdenor Cardoso, que o contato com os órgãos estaduais competentes foi iniciado logo após os primeiros registros de manifestações de moradores e líderes comunitários, mas que o órgão não obteve retorno nem mesmo ao ofício encaminhado.
Na avaliação do gestor é incoerente e inoportuno, a construção de um galpão para arquivamento de documentos numa das áreas de Salvador de maior incidência de drogas , violência e carência de lazer para jovens. “A medida extrema se faz necessária pela importância desse instrumento público para os moradores e pela falta de resposta durante tanto tempo”, justifica.
A Prefeitura tem a expectativa de ver solucionado o impasse num breve espaço de tempo.

terça-feira, 4 de maio de 2010


No dia 15 de maio, sábado, acontecerá no Lar Irmã Maria Luiza o “Dia de Visita e Caridade”. O evento ocorrerá na rua do Imperador, nº61, Mares, e tem o objetivo de chamar atenção da sociedade para os problemas sociais que os idosos enfrentam, como os 76 idosos internos da instituição.



O Lar Irmã Maria Luiza foi criado em 1º de setembro de 1989, por intermédio da irmã de caridade da Ordem 3ª do São Francisco, Cícera Soares dos Santos, Irmã Cícera. A instituição possui 24 funcionários que são encarregados de cuidar dos internos, e não recebem ajuda governamental.



As visitas começarão das 8h às 17h, e contará com a presença de personalidades, como o ouvidor geral do município, Valdenor Cardoso, do locutor da Bahia Fm Adailton Santiago, entre outros convidados. Os visitantes poderão levar doações para os idosos.



Contatos:



Washington Silva de Oliveira
e-mail: wsolocutor@hotmail.com
Telefone: (71) 8854-5316 / 8209-2164.

Márcio Pereira Lauria
e-mail: Marcio_lauria@hotmail.com
Telefone: (71) 9152-7761

Ytana Rocha
e-mail: ytana.rocha@hotmail.com
Telefone: (71)8267-0508

terça-feira, 13 de outubro de 2009

UNIME REALIZA DEBATE SOBRE DIPLOMA DE JORNALISMO


Por: Washington Silva



Diploma para a profissão de jornalismo é mesmo necessário? Para responder a essa e a outras perguntas é que a Faculdade UNIME realizou no dia 30 de setembro um debate com os representantes do SINJORBA (Sindicato dos Jornalistas da Bahia), Moacir Neves, do Governo ASCOM (Assessoria de Comunicação do Estado), Robinson Santos Almeida, A representante do Jornal ( ) e seu corpo de estudantes para mostrar a realidade que se encontra a questão do diploma de jornalismo no Brasil e principalmente em nosso estado.
O representante do Governo colocou que é a favor do diploma pois, em alguns momentos só a formação acadêmica coloca o profissional com qualificação para um mercado que a cada dia se modifica.
O Diretor do Sinjorba Moacir Neves disse que vem novidades por ai e que o diploma pode voltar a ser exigido porque o Supremo Tribunal Federal julgou uma ação civil pública e não uma moção de inconstitucionalidade, cabendo assim ser apreciada e sancionada pelo Senado Federal, por isso uma comissão de parlamentares entrou no jogo a favor dos jornalistas e colocou também sobre os salários baixos que a maioria dos jornalistas recebem e da exploração dos estagiários pelos veículos de comunicação.

domingo, 2 de agosto de 2009



Por LEILA CELESTINO, ELAINE ADRIANA & WASHINGTON SILVA


É evidente a distinção entre mulheres e homens no mercado de trabalho, principalmente em relação à mulher negra. Esse preconceito tem suas raízes na escravidão, que, apesar de ter sido abolida a décadas, exatos 121 anos, ainda têm influência nas relações sociais, no modo de pensar e de ver o outro e a si mesmo.
O preconceito contra a mulher sempre foi tão incutido na sociedade, que gerou nas mesmas uma visão auto-depreciativa de sua posição nas relações sociais e como tal no mercado de trabalho.
Com a criação do movimento feminista e depois de muitas lutas, as mulheres conquistaram alguns direitos e de certa forma algumas barreiras sociais foram quebradas, porém a mulher ainda hoje é inferiorizada dentro da sociedade.
No mercado de trabalho as mulheres ainda ocupam cargos inferiores em relação aos homens, isto se comprova através de estudos recentes, revelando que para elas alcançarem os mesmos cargos que os homens, em empregos formais, necessitam de uma vantagem de cinco anos de escolaridade. Esses dados agravam-se quando relacionados à mulheres negras, que necessitam de oito a onze anos de estudo a mais em relação aos homens.
Para ascender profissionalmente, as negras superam humilhações e inúmeras dificuldades econômicas. Cada uma das que venceram aponta dezenas de colegas que tentaram e não conseguiram.
Carla Bispo Duarte, 33 anos chegou lá. É Sargento da Polícia Rodoviária e Assistente Social da cidade de Ilhéus. Com o pai vigilante e a mãe professora primária, é a mais velha de quatro filhos. Sobre as dificuldades comentou "Por dez anos meus pais, eu e meus irmãos convivemos em apenas três cômodos. Na época meus pais eram assalariados e eu ainda estudava, hoje conseguimos superar as dificuldades e posso dizer que vivemos dignamente".
Minha mãe era criativa em fazer comidas variadas com ovo, o que por muito tempo foi o nosso alimento, já que comer carne, frango ou peixe para nós era luxo. Meu pai era vigilante na época, em um supermercado de renome em Salvador e por muitas vezes os alimentos resfriados que estavam com validade próxima, eram jogados no lixo, o mesmo recolhia várias embalagens de iogurtes, bebidas lácteas, dentre outros, para nos alegrar, pois não tínhamos condições de comprar. Quando eu conclui o 2º grau, abriu pela primeira vez concurso para Soldado Feminino, entendi que essa era a minha oportunidade de mudar a minha vida e a vida da minha família.

Enquanto todos dormiam, eu estudava... e estudei bastante, fiz o concurso sem contar a ninguém e para surpresa de todos, passei em 3º lugar. Dai para frente, nada foi fácil, mais a minha sede de vitória e de ascensão, era cada vez maior. Após a conclusão do curso de Soldado, casei-me e fui morar em Brumado, uma cidade do sertão baiano.Moramos lá por dois anos, só que a seca castigava muito então, vendemos nossa casa e fomos morar em Ilhéus. Ali tudo mudou, meus sonhos se firmavam cada vez mais, foi quando surgiu à oportunidade para o curso de Sargento, árduo, cansativo, venci essa etapa também. Hoje meus pais vivem com tranquilidade, numa casa confortável graças aos nossos esforços, ele foi promovido a Conferente da maior rede de Supermercados do Nordeste, onde trabalha a mais de 20 anos, passando por todas as mudanças de empresas e transformações do mercado. "Minha irmã segunda faz Faculdade de Jornalismo, diz ter compromisso social com o povo negro e isso nela é muito forte, a caçula é casada e tem uma filha, meu irmão ainda não sabe o que quer ser e eu sou Sargento da Polícia Rodoviária e Assistente Social" diz.
Precisamos nos unir, não é a cor da pele que irá determinar onde podemos chegar e o que somos capazes de fazer. Precisamos estudar, nos dedicar cada vez mais e nos comprometer com a mudança da vida deste povo negro que temos por ai. A posse do 1º Presidente Negro da História do Estados Unidos reafirmou que podemos chegar mais longe do que imaginamos; deixarmos de ser marginalizados, excluídos, para fazermos parte da história de um povo que emergiu apesar de muitas dificuldades.
Entrevistamos um grande exemplo de mulher negra bem sucedida, a jornalista Wanda Chase.

Ela contou sobre a sua trajetória no jornalismo com o intuito de 14 mostrar que a negritude não pode ser tratada como empecilho para o crescimento profissional, nem para a elevação da auto-estima de nenhum cidadão.


WANDA QUAL O PAPEL DO NEGRO NO JORNALISMO?
Wanda Chase - É o papel de todo e qualquer jornalista, o compromisso com a verdade e com a informação, só que eu acho também que nós podemos separar o que nós somos. Sou negra, sou jornalista e tenho compromisso como cidadã, como pessoa, e como negro; sei também que não podemos desassociar isso. Ontem mesmo estava num debate na reitoria da UFBA, ali havia uma mesa em que se encontrava Mauricio Pestana, Gelzinho Araújo além de um cineasta da UNICAMP. Discutimos muito isso, e eu acho como negra, que cada um de nós negros, jornalistas e cidadãos temos uma importância muito grande de como somos tratados. Então acredito que isso deveria ir bem além, eu faço o meu papel e sei que vários colegas fazem como Clediane do jornal A Tarde e da coluna social; são muitos que fazem, mas acima de tudo é preciso que agente se articule mais, que os negros em geral se articulem. Acho que isso aí começava com Mauricio Pestana que é jornalista publicitário, desenhista cartunista e que a mais de 20 anos vem trabalhando com isso das mais variadas formas, então o que nós conversávamos é que nisso os homossexuais e os judeus estão muito a frente, também há a necessidade de que fiquemos atentos o tempo todo apesar de tudo, eu acho que hoje mudou muito porque se não tivesse mudado eu e outros companheiros seriamos incompetentes, então nós que viemos militando de movimentos negros a muitos anos com nossa pressão, com nossa palavra, já conseguimos muita coisa.

QUAL A REALIDADE DO NEGRO NO MERCADO DE TRABALHO? VOCÊ ACHA QUE AINDA EXISTE PRECONCEITO OU VOCÊ ACREDITA QUE ISSO TENHA MUDADO?
Wanda Chase – Olha, todas as vezes que vou a uma faculdade de jornalismo, fico muito feliz em ver o número de negros. Não sei se é porque estou na Bahia, mas fico muito feliz assim mesmo, eu sou de Manaus e quando me formei em jornalismo na cidade só tinha eu como negra, e hoje vejo uma imensidão de alunos negros no jornalismo. Estou sempre dizendo para eles - vocês precisam ocupar os espaços das redações, dos jornais de televisão, pois esse é o dever de vocês.

E O MERCADO, AINDA É RACISTA?
Wanda Chase - O mercado é ceticista, racista e preconceituoso com mulheres, negros, homossexuais, índios e etc... Entendo, mas ninguém vai chegar aqui na TV Bahia e vai deixar de ser contratado porque é negro. Muita gente critica a TV Bahia mas ela é uma emissora que tem e já teve vários negros no seu quadro como Ricardo Mendes, Gil Santos, Cristina Costa e hoje tem eu e Georgina Maynard. É a emissora que já teve o maior número de negros no seu quadro, porque antes de sermos negros somos profissionais e muito competentes por sinal.

VOCÊ ACREDITA QUE FALTA ESPAÇO NO TELEJORNALISMO PARA OS NEGROS?
Wanda Chase - Eu acho que deveria ter mais espaço. É por isso que eu quero que todos vocês ocupem esses espaços, eu quero mais; quero ver o negro apresentando o BA TV, quero ver o negro apresentando o Bahia Meio Dia. Acho que essa garotada que vêm aí é quem vai fazer esse papel.

JORNALISMO E SENSACIONALISMO. COMO VOCÊ VÊ A TV BAIANA HOJE?
Wanda Chase - A TV baiana tem um monte de produtos que não deveria está no ar, a gente não precisa citar 15 nomes, não é o nosso caso, nós temos um jornalismo de qualidade, fazemos um jornalismo padrão, com a ética que é fundamental no exercício do jornalismo.

POR QUE ESCOLHER JORNALISMO?
Wanda Chase - É por amor mesmo. Na verdade quem descobriu minha vocação para o jornalismo foi uma professora de português, Fátima Folhadela, lá em Manaus. Quando eu era pequena eu queria ser professora, depois quando fui crescendo mudei meu foco para Direito e foi através de uma redação que essa professora começou a me influenciar, dizendo que eu tinha que fazer jornalismo, ela sempre dizia: você escreve muito bem, você deveria ser repórter. Aí eu comecei a despertar interesse pela profissão, adorava ligar para as rádios para participar de programas de ouvintes para concorrem a prêmios, então foi por amor mesmo que cheguei ao jornalismo, pois toda e qualquer profissão tem que ser por amor.


DURANTE TODOS ESSES ANOS DE TRABALHO VOCÊ JÁ SOFREU ALGUM PRECONCEITO?
Wanda Chase - O negro que disse que nunca sofreu preconceito está mentindo, a gente sofre todo tipo de preconceito, todos os dias a gente é discriminado de uma forma ou de outra, e o preconceito está cada dia mais sutil, agora como no meu caso, que já era assumida como negra e que as pessoas já sabiam da minha postura, é diferente. As pessoas podem não gostar uma das outras, mas o respeito é algo único e fundamental para que se possa viver em sociedade. No meu local de trabalho nunca fui discriminada ao contrário todos me respeitam e muito.

WANDA DEIXE UMA MESANGEM FINAL PARA NÓS, FUTUROS JORNALISTAS.
Wanda Chase - Não desistam nunca, pois jornalismo é ousadia. Não fiquem esperando acontecer, façam acontecer, não fiquem com o discurso de que - para mim é mais difícil porque sou negra (o) - tem que ir atrás, tem que fazer acontecer isso vale para todos independente da raça.

Ilê Aiyê Uma Associação Sócio-Cultural





Por CRISTIANO DA CRUZ



Em novembro de 1974, jovens negros do bairro da Liberdade, maior comunidade de população afro-descendente do país, fundaram o primeiro bloco afro da Bahia; O Ilê Aiyê. Esse movimento rítmico musical revolucionou o carnaval da Bahia na década de 70, com homenagens às nações e culturas da África, tornando populares os temas africanos, relacionando-os à história do negro na Bahia.


O Bloco que é conhecido internacionalmente foi convidado em 2008, pelo presidente do Equador Rafael Correa, para se apresentar em três cidades do país.
Com o título de "O mais belo dos belos", o Ilê emociona turistas e baianos com a alegria e beleza de seus integrantes. Entretanto, nem ele, nem os demais blocos afro baianos escaparam do círculo preconceituoso que circunda o mercado cultural na Bahia. Em entrevista ao Jornal Trohin, o diretor do bloco Antonio Carlos dos Santos, o Vovô, fala sobre as dificuldades enfrentadas pelo bloco. No início, por exemplo, com o projeto já aprovado em mãos, uma segunda etapa surgia: a dificuldade em encontrar fomento para o mesmo. Os dirigentes do Ilê deparavam-se com a desculpa dada pelos ‘investidores’ do alto investimento financeiro que deveria ser destinado ao projeto. Sobre esse fato Vovô comentou "Achavam que três ou quatro milhões nas mãos da negrada eram um perigo. Nas mãos dos brancos é normal". Um grande banco, cujo nome não foi revelado, apoiou os blocos afros que fazem parte do carnaval da Bahia, mas, foi aconselhado a dividir o montante, por ter destinado grande parte da soma às representações da cultura afro, tal investimento acabou por ser distribuído entre trios elétricos e camarotes, onde, no final, pouco restou para blocos como Ilê Ayê e Filhos de Gandhi.
Com o objetivo de preservar e valorizar a cultura afro, esse patrimônio da cultura baiana vem desenvolvendo durante 35 anos, projetos carnavalescos, educacionais e culturais incitando dessa forma a consciência crítica dos seus integrantes. Atualmente a instituição, mais do que um bloco carnavalesco, é uma associação cultural responsável pelo sustento da Escola Mãe Hilda (nome dado em homenagem a precursora do Ilê Aiyê) e em parceria com a secretaria municipal e outros órgãos, desenvolve o PEP (Projeto de Extensão Pedagógica) com escolas de dança, música , percussão além de cursos profissionalizante como cozinha, corte, capacitação de professores entre outros.
A luta contra a discriminação racial e a favor da auto-estima do negro são prioridades da associação. Esse trabalho de caráter social é respeitado e reconhecido internacionalmente, tornando-se modelo para as instituições sócio-culturais dentro e fora do país.
Último show do Ilê Aiyê no Equador.
"Achavam que três ou quatro milhões nas mãos da negrada era um perigo."